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20 de maio de 2013

Venha participar num programa de rádio sobre arquitectura



No âmbito da iniciativa "4000 ateliers - Percurso pelos Ateliers de Arquitectura na Baixa do Porto", propomos este ano uma novidade especial.

Em parceria com a Rádio Manobras 91.5Mhz, a rádio do centro histórico do Porto, o programa “Cidades In Dizíveis” de Rui Gilman e Raúl Andrade Pereira, dedicado à arquitectura, será gravado em directo no escritório, de portas abertas, durante o evento.

Os visitantes estão convidados a assistir ao programa, que será composto da seguinte forma: entre as 15:00 e as 16:00 terá lugar uma entrevista e, a partir das 18:00, a voz será dada ao público presente. Queremos os vossos comentários sobre a arquitectura e a cidade e ouvir os vossos relatos sobre a forma como vivem o espaço e os desejos que têm sobre ele.

É já no próximo sábado 25 de Maio, não falte!

6 de maio de 2013

25 de Maio estaremos de portas abertas



Tal como aconteceu há cerca de ano e meio seremos um dos gabinetes de arquitectura a participar na segunda edição da iniciativa "4000 ateliers". No sábado 25 de Maio, juntamente com outros 23 escritórios da Baixa do Porto, estaremos de portas abertas entre as 15:00 e as 20:00, para recebermos todos os que queiram visitar o nosso espaço e a conhecer alguns dos nossos trabalhos.

A participação é completamente gratuita. Para informações adicionais, consulte o blog 4000ateliers e a respectiva página do Facebook.


16 de dezembro de 2011

Apresentação PechaKucha Night Coimbra #03

Uma arquitectura do silêncio: três projectos em Itália

Apresentação no PechaKucha Night Coimbra #03, 12 novembro 2011
http://www.mavaa.com/blog/gallery/images/thumbs/pknc01.jpg
  1. 01/20


    O nosso nome é MAVAA, que é um acrónimo formado pelas iniciais dos nossos apelidos: Machado e Viana arquitectos associados, mas é ao mesmo tempo uma expressão italiana que transmite um pouco daquilo que pretendemos com o nosso trabalho.
     
  2. 02/20


    Não é por acaso uma expressão italiana, já que foi em Itália que vivemos e trabalhámos alguns anos – isto da internacionalização da arquitectura, no início, passa mais por emigração do que por exportação.
    E “ma và!”, que quer dizer tantas coisas em função do tom de voz que usarmos, é uma expressão que transmite surpresa e espanto, transmite incredulidade.
     
  3. 03/20


    Que foi o que nós sentimos quando há uns anos atrás entrámos, sem qualquer expectativa, numa gruta nos confins de Marrocos e nos deparámo-nos com este cenário. Percebemos então, que queríamos transportar para a nossa arquitectura um pouco desta surpresa e desta serenidade.
    E que mais do que a composição de cada edifício, nos interessa a forma como as pessoas se aproximam àquilo que desenhamos e as experiências que têm nesses espaços.
     
  4. 04/20


    É uma questão SENSORIAL, é uma questão de PERCEPÇÃO, é uma questão de EMOÇÃO. E para atingir essa EMOÇÃO, esse ESPANTO, essa SURPRESA, elegemos como instrumentos de trabalho o CONTRASTE – o trabalhar num mesmo projecto com expressões ou materiais marcadamente distintos – a ILUSÃO – a aparência do impossível ou do insólito como forma de capturar a atenção – e o SILÊNCIO – a ausência, a solenidade.
     
  5. 05/20


    E temos aqui ilustrados três trabalhos que desenvolvemos em Itália: um centro de caridade em Prato, uma extensão de um hotel em Vicchio, a norte de Florença, e uma escola em Montepulciano, perto de Siena.
     
  6. 06/20


    Neste primeiro trabalho, foi-nos pedida a reconstrução de uma barraca prefabricada no lote da igreja, onde a paróquia leva a cabo as actividades de apoio aos carenciados. Propusemos uma solução mais integrada, cuja cobertura verde vem na continuidade dos jardins da igreja, dissimulando o edifício o mais possível e respeitando a sua posição secundária no complexo.
     
  7. 07/20


    Esta abordagem permitiu-nos desenhar o edifício da forma mais ausente possível para a rua, que é elevada cerca de um metro relativamente à cota interior. Torna-se apenas visível parte da construção: duas delicadas caixas sem espessura, em ferro pintado e policarbonato – que são entradas de luz – apoiadas sobre o muro existente.
     
  8. 08/20


    No interior do lote, visto do espaço exterior da Igreja, temos uma solução oposta, de CONTRASTE: o edifício na sua totalidade, desenhado com textura e massa. É betão à vista para dar continuidade aos muros existentes.
     
  9. 09/20


    Aqui vemos o pátio em torno do qual se articula o novo edifício: um espaço de recolhimento e propenso à reflexão. Se quisermos, de SILÊNCIO, através da presença da luz e desta massa pesada, que parece SUSPENSA. Tratou-se de uma encomenda privada que, infelizmente, por motivos económicos não deverá ser construída.
     
  10. 10/20


    Neste segundo projecto, que está em desenvolvimento e ainda numa fase inicial, foi-nos encomendado um edifício hoteleiro com alguma expressão: 12 suites, um spa e auditório. Trata-se da extensão a uma villa histórica do século XIII que tem um conjunto de anexos, formando um complexo fragmentado ao qual contra propusemos um edifício uno e dissimulado no terreno.
     
  11. 11/20


    Aqui podemos ver o edifício na sua expressão total, um muro de pedra aparentemente SUSPENSO, em CONTRASTE com a ausência com que nos deparamos quando entramos na propriedade: uma plataforma verde que se abre para a paisagem. É também esta uma solução de SILÊNCIO em relação ao existente.
     
  12. 12/20


    Para falarmos do terceiro projecto, temos de partir da participação em dois concursos para a realização de infantários. O que vemos é um concurso em Prato, para o projecto de uma creche num lote cheio de pinheiros. A proposta procurou manter o maior número possível de árvores, articulando o programa em vários volumes nos espaços livres. Desta forma é o exterior a condicionar o espaço interior.
     
  13. 13/20


    Este segundo concurso, no Norte de Itália, prevê um programa semelhante num terreno completamente livre. Aqui vemos a entrada que é a única interrupção num muro branco que SILENCIOSAMENTE constitui o perímetro total da escola.
     
  14. 14/20


    A esta simplicidade do exterior CONTRAPÕE–SE o interior, que é formado por um conjunto complexo de volumes e pátios. O contraste é potenciado pela mudança de material: do reboco branco passamos para o calor da cortiça. Estes pátios são desenhados como espaços interiores, ligados entre si, lugares de descoberta onde a areia, a relva, as árvores e a cortiça das paredes formam um todo que apela aos sentidos.
     
  15. 15/20


    O terceiro projecto é uma escola pública, que se encontra actualmente em construção. Tratou-se e trata-se de um processo complicado, pelos constrangimentos de orçamento e pelas dificuldades em convencer a Câmara a aceitar uma arquitectura tão silenciosa... por vezes, o silêncio pode ser incómodo.
     
  16. 16/20


    Também aqui partimos do espaço exterior: dois jardins para dois programas didácticos – uma creche e uma primária. Um, mais abstracto e resguardado, define a entrada, que vemos neste slide à esquerda e outro parcialmente enterrado, aberto para as copas dos pinheiros que envolvem dois lados do terreno.
     
  17. 17/20


    Vemos aqui o percurso do estacionamento até à entrada, assinalada por um volume, que é no entanto o muro que encerra o jardim da creche. Esta sequência de panos cegos configura um conjunto eminentemente abstracto e opaco. De novo, temos O SILÊNCIO.
     
  18. 18/20


    Do lado oposto, vemos o jardim da primária que, pelo contrário, encaixa no terreno, e tem esta abertura e escala acolhedora que convida as árvores e o jardim público a fazerem parte dele, num espaço de frenesim próprio das crianças desta idade.
     
  19. 19/20


    No interior houve a preocupação em desenhar espaços estáveis e confortáveis. O objectivo último da nossa arquitectura é o de criar espaços onde as pessoas se “sintam bem” e que a descoberta de cada edifício seja um processo, uma história, em que a surpresa e a emoção possam vir ao nosso encontro de uma forma pontual. Como é óbvio, esta emoção que procuramos não é a dos EFEITOS ESPECIAIS mas é uma emoção silenciosa, baseada numa tomada de consciência de uma série de estímulos sensoriais.
     
  20. 20/20


    Para concluir, este é o nosso escritório no Porto, que recentemente remodelámos. É no edifício da Garagem do Comércio do Porto e temos todo o gosto em que nos venham visitar.
     

14 de novembro de 2011

Muito obrigado


Queremos apresentar os nossos sinceros agradecimentos a todos os que tiveram oportunidade de visitar o nosso escritório durante a tarde de sábado – no âmbito da iniciativa 4000 ateliers: Percurso pelos ateliers de arquitectura da Baixa do Porto –, ou de assistir à nossa apresentação no PechaKucha Night Coimbra #03.

3 de novembro de 2011

MAVAA no PechaKucha Night Coimbra #3



No próximo sábado 12 de Novembro, às 21:00, participaremos na terceira edição do PechaKucha Night Coimbra com uma breve reflexão sobre arquitectura apoiada em três dos nossos projectos desenvolvidos em Itália.

A sessão terá lugar no Centro Cultural D. Dinis (junto à Universidade de Coimbra) e é constituída por 18 apresentações com uma duração de 6’40’’ sobre os mais variados campos artísticos, seguidas de uma performance com música e ilustração ao vivo.

Os bilhetes estão à venda na FNAC Coimbra e mais informações estão disponíveis em PechaKucha Night Coimbra e no Facebook.

SOBRE O PECHAKUCHA
A PechaKucha Night foi criada pelos arquitectos do estúdio Klein Dytham Architecture em 2003 na cidade de Tokyo, com o objectivo de criar uma plataforma onde os profissionais de diversas áreas criativas se pudessem reunir, conviver e apresentar os seus trabalhos. A iniciativa espalhou-se rapidamente para várias cidades no mundo inteiro, sendo, neste momento, organizada em mais de 350 cidades. O grande segredo do sucesso da PechaKucha Night consiste no seu formato fixo (patenteado pelos seus criadores):
  • 20 x 20, ou seja, cada apresentador pode mostrar 20 imagens/slides, cada um deles durante 20 segundos;
  • O tempo total da apresentação é de 6 minutos e 40 segundos;
  • 4 edições de PechaKucha Night por ano;
  • 12 a 20 apresentadores por noite/edição.
A PechaKucha Night costuma ser organizada em espaços alternativos e informais, com uma sessão de convívio no final das apresentações, proporcionando assim um ambiente de convívio e partilha entre os apresentadores e a audiência. A palavra PechaKucha vem do japonês e significa “o som da conversa”.

16 de outubro de 2011

12 de Novembro estaremos de portas abertas



No próximo dia 12 de Novembro seremos um dos gabinetes de arquitectura a participar na iniciativa "4000 ateliers".

A ideia, já realizada noutros países, tem como principio abrir os escritórios e convidar o público em geral a visitar e a conhecer o trabalho de jovens arquitectos. Trata-se de um evento limitado aos ateliers localizados na Baixa do Porto, permitindo assim ao público a realização de um percurso pedonal e a visita de vários ateliers durante do dia. Será também um evento dinamizador da Baixa e uma oportunidade para conhecer alguns edifícios emblemáticos da cidade onde estão localizados os escritórios.

A organização deste evento é completamente independente e sem fins lucrativos. Informações adicionais estão disponíveis no blog 4000ateliers e através do Facebook.


22 de janeiro de 2011

Conversazioni tra Italia e Portogallo


 Foto: Manuel Henriques / DGArtes

Foi sob o título «Projectar na Europa» que decorreu a mesa que, no passado dia 20 de Janeiro no Politecnico de Milão, reuniu os arquitectos Manuel Aires Mateus, João Ferreira Nunes (Proap) e Giuseppe Marinoni e o fotógrafo Giovanni Chiaramonte.

A moderação ficou a cargo de Carlos Machado e Moura que, para além de apresentar os oradores, fez alusão ao encontro de Fernando Távora e Ernesto Nathan Rogers em 1951  referência central na apresentação do seminário  e evocou as grandes mudanças no mundo, nas cidades e nas sociedades que alteraram profundamente o exercício da profissão desde então. Com efeito, as gerações que precederam aquela representada na mesa assistiram às transformações do mundo levando a cabo actividades que lhes atribuíram o papel de protagonistas na modernização dos países e, no caso português, a um verdadeiro papel de emancipação social. No entanto, também graças à extensa circulação de imagens e de ideias, a arquitectura está hoje mais concentrada num âmbito intrínseco da disciplina do que propriamente nessas tarefas.

Giovanni Chiaramonte, fotógrafo que desde o final da década de '60 trabalha sobre a relação entre o lugar e o destino da sociedade ocidental, apresentou uma série de fotografias tiradas nas mais variadas cidades europeias.

Manuel Aires Mateus ilustrou três projectos apresentados a concurso: o Hotel Aquapura, no Alqueva (Monsaraz, 2007, 1º prémio); o Museu Parque de los Cuentos (Málaga, 2008, 1º prémio); e o projecto urbano para o Parque Mayer (Lisboa, 2008, 1º prémio), tendo este último sido resultado de uma parceria com João Nunes / Proap.

João Ferreira Nunes apresentou dois projectos: o da ETAR de Alcântara (Lisboa, 2005) desenvolvido com Manuel Aires Mateus; e uma proposta apresentada a concurso, o Parque CityLife (Milão, 2010, 2º prémio), em colaboração com o atelier Gonçalo Byrne Arquitectos.

Finalmente, o arquitecto Giuseppe Marinoni, professor do Politecnico de Milão, apresentou dois projectos urbanos, um Plano de Pormenor em Bergamo e o masterplan para a requalificação da área de Cascina Merlata, em Milão, tendo este último sido desenvolvido com João Nunes / Proap.

4 de janeiro de 2011

Seminário de Arquitectura em Milão



No dia 20 de Janeiro a partir das 14h terá lugar, na Aula Magna da Faculdade de Arquitectura do Politecnico de Milão, o segundo encontro do Seminário de Arquitectura «Conversazioni tra Italia e Portogallo». Trata-se se uma iniciativa comissariada pela arq.ª Maddalena d'Alfonso em colaboração com a Embaixada de Portugal em Roma.

No primeiro encontro, que decorreu no passado dia 30 de Novembro, os arquitectos Vittorio Gregotti e Manuel Salgado, entre o diálogo e a entrevista pessoal, abordaram o tema que dá título ao seminário, à luz das suas próprias obras e do seu percurso. Recorde-se que esta dupla é considerada a primeira equipa luso-italiana, que deu lugar à realização do Centro Cultural de Belém.

Esta segunda data é composta por três momentos: a apresentação do «Premio Piranesi» atribuído a João Luís Carrilho da Graça; uma mesa redonda sobre o tema «Projectar na Europa» com os arquitectos Manuel Aires Mateus, João Ferreira Nunes, Giuseppe Marinoni e o fotógrafo Giovanni Chiaramonte; e uma conversa «Sobre a Arquitectura e a Fotografia», entre o arquitecto Eduardo Souto Moura e o fotógrafo Gabriele Basilico.

O arquitecto Carlos Machado e Moura foi convidado pela Embaixada Portuguesa para apresentar e moderar a segunda mesa.

Seguir-se-à, às 18h30 na Sala Nardi da Faculdade de Arquitectura, a inauguração da exposição «No Place Like», que representou Portugal na última Bienal de Veneza.

O terceiro encontro desta iniciativa, entre os arquitectos Bernardo Secchi e Nuno Portas «Sobre a Cidade Europeia», realizar-se-à no dia 15 de Fevereiro às 16h30.

Pode consultar o programa aqui.

© 2011, MAVAA arquitectos associados. Com tecnologia do Blogger.